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jun 25, 2021
diferença entre private equity e venture capital
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Está em busca de investimentos alternativos e quer entender qual é a diferença entre private equity e venture capital? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber para entender as principais diferenças entre as duas modalidades de investimento. 

O que é private equity

O private equity é um tipo de investimento alternativo específico para quem tem vontade de aportar recursos em empresas de capital fechado e investir na sua expansão e desenvolvimento. 

Diferentemente das empresas de capital aberto, o investimento em private equity não é feito por meio de ações na bolsa de valores. O investimento pode ser feito por aporte direto, por cotas de um fundo de investimentos ou por meio de plataformas digitais de investimentos alternativos

A liquidez também é diferente das ações da bolsa. No private equity, o investimento tem um período de realização mais longo, de pelo menos 5 anos. Podendo até passar dos 10 anos. 

O que é venture capital

O venture capital ou capital de risco é um tipo de investimento alternativo também voltado para empresas de capital fechado. Uma modalidade  que apresentou bastante crescimento nos últimos anos com a expansão do mercado de startups, principalmente as de tecnologia.

Assim como no private equity, o investimento pode ser feito por aporte direto, por meio da aquisição de cotas dos fundos de investimentos ou por plataformas de investimentos alternativos. 

Qual a diferença entre private equity e venture capital

A principal diferença é o estágio da empresa onde o dinheiro será investido. Ambos os ativos são direcionados para empresas de capital fechado. 

No private equity, o investimento é feito em empresas que já estão em estágio mais avançado, que normalmente já encontraram um modelo de negócio que funciona para o seu mercado de atuação, e estão em estágio de expansão, até mesmo visando um futuro IPO. 

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O venture capital ou capital de risco é voltado para empresas em estágio inicial, como startups. São empresas ainda em formação, desenvolvendo produtos em busca de sua validação no mercado. Portanto, o risco é maior, mas o retorno pode ser interessante.

Junto com essa diferença de estágio de maturidade da empresa está a diferença no grau de risco do investimento. Como o venture capital é voltado para empresas em estágio mais inicial, startups geralmente, o risco é maior, já que há mais incertezas sobre a sua consolidação no mercado. 

Já no caso do private equity, por se tratar de uma empresa mais consolidada, com um produto aceito pelo mercado, o risco do investimento pode ser menor. Mas, em ambos os casos, o investidor precisa ter em mente que o crescimento da empresa depende de um bom nível de governança corporativa, investimento correto na evolução do produto e criação de times confiáveis. 

Etapas do investimento em venture capital e private equity

O investimento em venture capital ou private equity pode ser feito por meio dos Fundos de Investimento em Participações (FIP) ou também por meio de Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE). 

Os dois modelos de investimento são devidamente regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 

Apesar de serem empresas de capital fechado, sem ações negociadas em bolsa, os fundos acabam adquirindo parte do capital social para que os cotistas possam investir nesse pedaço da companhia. 

O processo de investimento é feito por meio de três etapas importantes: captação, investimento e desinvestimento. Vamos entender melhor qual o papel de cada um deles. 

  • Captação: fase de pesquisa sobre empresas do mercado a serem investidas. O gestor analisa cada uma delas para entender o seu potencial de retorno. 
  • Investimento: nessa fase os aportes são realizados e começa o período de investimento da empresa em seu crescimento, com o objetivo de gerar retornos futuramente. 
  • Desinvestimento: nesse estágio final, o fundo encerra sua participação na empresa e recupera o valor investido, acrescido do lucro. Pode ser feito por meio de IPO, venda de participação para outras empresas ou até mesmo outros fundos. 

Entendeu a principal diferença entre esses dois tipos de ativos alternativos? Se quiser saber mais sobre o assunto e entender como funcionam, você pode fazer os cursos da Solum.ed e escolher em qual deles gostaria de investir.

Por Bernardo Martins

Bernardo Martins é sócio e head de Educação do Grupo Solum. Economista graduado pela PUC-Rio, foi head de soluções digitais da Cogna Educação e CEO da edtech Stoodi

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